Estudo mostra que preconceito distancia pacientes com HIV da medicina

Novo relatório do Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids, Unaids, mostra que problema está criando barreiras a serviços de prevenção, testagem e tratamento e colocando vidas em risco; estudo foi apresentado no Fórum Social do Conselho de Direitos Humanos, em Genebra.

Combate à Aids.

Laura Gelbert Delgado, da ONU News em Nova Iorque.

O Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids, Unaids, lançou um novo relatório mostrando como o estigma e a discriminação estão criando barreiras a serviços de prevenção, testagem e tratamento e colocando vidas em risco.

O preço do medicamento foi apresentado pelo chefe do Unaids, Michel Sidibé, durante o Fórum Social do Conselho de Direitos Humanos. O estudo mostra como as pessoas vivendo com HIV que enfrentam níveis altos de estigma relacionado à doença têm probabilidade duas vezes maior de adiar o início do tratamento.

Afronta

Para Sidibé, “estigma e discriminação são uma afronta aos direitos humanos” e colocam vidas em perigo.

Segundo o Unaids, pessoas vivendo com HIV muitas vezes evitam ir a clínicas com medo de ter seu status divulgado ou sofrerem ainda mais discriminação. Em 19 países com dados disponíveis, uma em cada cinco pessoas com o vírus evitou ir a um centro de saúde com medo de estigma ou discriminação. O relatório destaca que esses medos não são infundados.
O Programa alerta que quando pessoas com HIV esperam até estarem muito doentes para buscar ajuda, tem probabilidade menor de responder bem à terapia antirretroviral.

Proteção

O estudo mostra que quando programas foram colocados em prática para enfrentar o problema, o acesso a serviços para prevenção, testagem e tratamento do HIV melhorou.
O relatório destaca que, para chegar a todas as pessoas vivendo ou com risco de contraírem o HIV e para ligá-las a serviços de prevenção e tratamento, o mundo precisa confrontar a discriminação.

O Fórum Social do Conselho de Direitos Humanos está sendo realizado em Genebra, na Suíça, até esta quarta-feira comprar remédio . O tema é “Promoção e proteção dos direitos humanos no contexto da epidemia do HIV e outras doenças transmissíveis e epidemias”.

Lotes de paracetamol e amoxicilina irregulares estão suspensos pela Anvisa

Lotes de três medicamentos foram suspensos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta quarta-feira (30), após ter sido identificado que havia problema na qualidade ou no processo de fabricação. A medida vale somente para os produtos e laboratórios citados na resolução publicada no Diário Oficial da União.

O lote 0130/16 do Paracetamol (laboratório Hipolabor Farmacêutica Ltda.) foi suspenso depois que o Laboratório Central de Saúde do Governo de Santa Catarina identificou material sólido na solução, que deveria ser totalmente líquida. Mesmo tendo sido classificado como caso de baixo risco, a ação, preventiva, indica a não utilização.

Paracetamol Hipolabor Farmacêutica Ltda. Solução oral 200mg/mL 2 paracetamol, Medicamento genérico Lei 9.787, de 1999

FORMA FARMACÊUTICA:

Solução oral em frasco com 15mL, contendo 200mg/mL de paracetamol

APRESENTAÇÕES:

200mg/mL – Cartucho contendo 01 frasco plástico gotejador de 15mL

USO ADULTO E PEDIÁTRICO • USO ORAL

COMPOSIÇÃO:

Cada mL (15 gotas) de solução oral contém:

Paracetamol 200mg

Veículo q.s.p. 1mL

(polietilenoglicol 400, ácido cítrico, ciclamato de sódio, essência de laranja, sacarina sódica, benzoato de sódio, corante

amarelo de tartrazina, bissulfito de sódio, água de osmose reversa)

Todos os lotes do Amoxil BD (amoxicilina tri-idratada) que está em nome da Glaxosmithkline Brasil nas embalagens de 200mg/5mL Pó suspensão oral X 100ml e 400mg/5ml Pó Suspensão Oral x 100ml estão suspensos.

GlaxoSmithKline Brasil Ltda. Suspensão Oral 200 mg/5 mL e 400 mg/5 mL

Amoxil BD suspensão oral
Amoxil BD amoxicilina

APRESENTAÇÕES

Pó para suspensão oral: embalagem com frasco de 100 mL (200 mg/5 mL e 400 mg/5 mL) acompanhado de seringa dosadora.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO (ACIMA DE 2 MESES DE IDADE)

COMPOSIÇÃO

Cada dose de 5 mL de suspensão oral contém:

amoxicilina (na forma triidratada)* 200 mg ou 400 mg
veículo** q.s.p. 5 mL

* Equivalente a 229,6 mg ou a 459,2 mg de amoxicilina triidratada respectivamente.
** Veículo: benzoato de sódio, citrato de sódio, corante vermelho no 40, dióxido de silício coloidal, goma xantana, sabor chiclete, açúcar.

Neste caso, o fabricante mudou a forma de fabricação do princípio ativo do medicamento. A Anvisa precisará realizar autorização prévia para garantir que a mudança não altere o funcionamento do medicamento no organismo e o tratamento dos pacientes.

Já o lote 15L20A do Sulfametoxazol + Trimetoprima 800 + 160mg foi suspenso porque o Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo, identificou problemas na análise visual do produto que identifica se a forma, cor, textura e aspecto geral estão de acordo com o padrão do medicamento em questão.

O sulfametoxazol + trimetoprima é indicado para o tratamento de infecções causadas por microrganismos sensíveis à

associação dos medicamentos trimetoprima e sulfametoxazol, como certas infecções respiratórias, gastrintestinais,

renais e do trato urinário, genitais (homens e mulheres), infecções da pele, entre outros tipos de infecções.

Fonte: Portal Brasil, com informações da Anvisa

Qual sua taxa de colesterol? a maioria não sabe.

Pesquisa recente, realizada pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), revela que 41% da população não se preocupam com as taxas de colesterol e 11% nunca fizeram o exame. No Dia Nacional de Controle do Colesterol, 8 de agosto, a SBC faz uma campanha no país inteiro.
O levantamento foi feito com 850 pessoas acima de 25 anos, em todo o Brasil. 67% delas não sabem sua taxa atual de colesterol e 65% desconhecem que o LDL é o colesterol ruim. “O ideal é ter o Colesterol Total abaixo dos 200mg/dl, o LDL (colesterol ruim) abaixo dos 100 mg/dl e o HDL (colesterol bom) acima dos 40 mg/dl nos homens e acima de 50 mg/dL no caso das mulheres”, explica o diretor científico da SBC, Raul Dias dos Santos.
O presidente da entidade, Marcus Bolívar Malachias, lembra que o colesterol desempenha funções essenciais no organismo, como produção de hormônios e vitamina D. Mas o excesso dele no sangue é prejudicial e aumenta o risco de desenvolver doenças cardiovasculares. “40% da população adulta, no Brasil, têm colesterol elevado, ou seja, mais de 57 milhões de pessoas podem ter um infarto ou um AVC, a qualquer momento”, alerta o cardiologista. Por ano, as doenças cardiovasculares matam cerca de 350 mil brasileiros.
Segundo a pesquisa, 89% dos entrevistados acreditam que todas as pessoas precisam realizar o exame de colesterol, mas quase a metade (47%) fez o exame pela última vez há mais de um ano ou nunca fez. “O estudo nos mostrou mais um dado preocupante: 49% da população não sabem a duração correta de um tratamento para baixar o colesterol e a necessidade acompanhamento médico”, destaca o diretor de Promoção da Saúde Cardiovascular da SBC, Weimar Sebba Barroso.
Durante a campanha, serão distribuídos folhetos que explicam a importância de uma vida mais saudável para manter o colesterol nos níveis ideais. O diretor de Comunicação, Celso Amodeo, explica que a alimentação é o fator mais comum para a elevação do colesterol. Tendências genéticas ou hereditárias, como a hipercolesterolemia familiar, obesidade e pouca atividade física também contribuem. “É preciso evitar as gorduras, principalmente as saturadas – presentes em alimentos de origem animal e as gorduras trans encontradas em alimentos industrializados. Frutas, verduras, legumes e grãos evitam o aumento do colesterol”, diz Amodeo.
Praticar exercícios físicos regulares, evitar o fumo e o estresse também são recomendados. Weimar Sebba Barroso salienta que “o uso continuo de medicamentos para baixar o colesterol é indicado para muitos casos, mas só o médico poderá prescrevê-los dependendo do risco de problemas cardíacos de cada indivíduo”.
O controle do colesterol é tratado como prioridade pela Federação Mundial do Coração (WHF) e pela Organização Mundial da Saúde, que acabam de divulgar um amplo estudo sobre os desafios para diagnóstico e tratamento dos indivíduos sobre risco. “O documento enfatiza o papel do colesterol como causa de doença cardiovascular e o seu controle faz parte da proposta de redução em 25% do risco cardiovascular para 2025, no mundo todo. Destaca também a necessidade de identificação e tratamento dos portadores de hipercolesterolemia familiar, doença genética frequente e associada a 13 vezes mais risco de doença cardiovascular que a população normal”, conta Raul Dias dos Santos, que participou do projeto.
No site da SBC (www.cardiometro.com.br), onde são estimadas as mortes pelo coração, ao longo do ano, testes avaliam riscos de uma parada cardíaca e de uma pessoa sofrer um infarto nos próximos 10 anos.
Mais informações: http://prevencao.cardiol.br/campanhas/colesterol.asp

Seu medicamento não esta disponível para compra e agora…

O que fazer quando um remédio some das drogarias?

Laboratórios devem avisar a Anvisa sempre que houver risco de desabastecimento

Segundo especialistas, o setor farmacêutico no Brasil está atrasado 30 anos num mercado que já movimenta US$ 160 bilhões por ano no mundo

RIO – Quantas vezes um paciente vai atrás de um medicamento e, após correr por várias redes de farmácia, não o encontra? Uma dor de cabeça a mais, com certeza. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Brasil tem cerca de 25 mil medicamentos registrados, sendo que desses pelo menos 12 mil foram comercializados em 2016. Isso sem contar os homeopáticos, fitoterápicos, odontológicos, polivitamínicos e produtos notificados. Mas, mesmo com tantos registros no mercado, em alguns momentos, pacientes e usuários de medicamentos podem ter dificuldade para encontrar o produto que precisam.
De acordo com a agência reguladora, Isso pode acontecer por alguns motivos. Mas, sempre que o consumidor perceber que um medicamento sumiu do mercado, é importante procurar a empresa fabricante para saber o motivo do desabastecimento. Se a resposta não for satisfatória, a orientação é procurar a Anvisa para se informar sobre o caso ou fazer uma denúncia.

A Anvisa não pode obrigar um fabricante a manter um produto no mercado, mas os laboratórios são obrigados a informar sempre que houver risco de um produto sair das prateleiras e deixar pacientes sem tratamento. Esse aviso deve ser feito com, pelo menos, 12 meses de antecedência, quando houver risco de desabastecimento. É o caso de medicamentos únicos no mercado ou que representam uma fatia importante do abastecimento. Neste caso, a empresa deve manter o abastecimento durante os 12 meses. Quando a interrupção for por motivo não previsível, este aviso deve ser feito em até 72 horas depois do fato que prejudica o fornecimento.

O que fazer quando não encontrar um medicamento

Caso não encontre o medicamento que procura, o consumidor deve entrar em contato com Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) do laboratório para saber onde o medicamento pode ser encontrado na sua cidade e se está ocorrendo algum problema. Consulte a lista de Descontinuação de Medicamentos. Pela lista, é possível saber se o laboratório informou que o produto terá interrupção na sua produção e quando isso aconteceu. Se o consumidor suspeitar que o laboratório não informou corretamente sobre a falta do produto ou que não está ocorrendo o abastecendo adequado da sua região, ou mesmo que a empresa não está cumprindo o prazo de seis meses, acione a Anvisa pelo Fale Conosco

Como fica o tratamento do consumidor?

A maior parte dos medicamentos do mercado possui genéricos ou similares. Se o consumidor tiver uma receita médica com o nome genérico do produto, ele pode procurar o farmacêutico para que ele dê orientações sobre algum produto intercambiável. Pode também procurar seu médico para ter orientações sobre a substituição do medicamento. No caso daqueles que são únicos no mercado, pode ser necessário a avaliação profissional para alterar o tratamento.

Motivos para que o medicamento não seja encontrado

Anvisa recomenda interrupção imediata de uso de medicamentos suspensos – .
São vários os motivos pelos quais um medicamento não seja encontrado no mercado, como ainda não existir registro no Brasil ou este ter sido cancelado, diz a Anvisa. Há ainda a possibilidade de o laboratório ter parado de fabricar o produto; haver problemas de distribuição do medicamento em sua cidade; o laboratório ter parado temporariamente de produzir o produto; ou o medicamento ter sido retirado do mercado pela Anvisa por problemas na qualidade.

Leia mais: https://oglobo.globo.com/economia/defesa-do-consumidor/o-que-fazer-quando-um-medicamento-some-das-farmacias-21593422

Mulher morre apos contrair Raiva de morcego no Recife

Recife confirmou o primeiro caso de raiva humana em dezenove anos, de acordo com Jurandir Almeida, gerente de Vigilância Ambiental e Controle de Zoonoses da Secretaria de Saúde do Recife.

Adriana Vicente da Silva, de 36 anos, morreu na última quinta-feira (29), no Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC), mas o resultado do exame realizado pela Instituto Pasteur, de São Paulo, que confirmou a causa do óbito, foi divulgado somente nesta segunda-feira (3).

O laudo do exame mostrou que o vírus encontrado em Adriana é de origem silvestre (cepa 3), proveniente de um morcego hematófago (que se alimenta de sangue). Jurandir acredita que o gato que transmitiu a doença para a mulher tenha entrado em contato com um morcego contaminado.

“Fazia 12 anos que não tínhamos registro de raiva canina ou felina [ciclo urbano]. Por causa da aproximação da zona urbana e silvestre, casos assim são raros, mas podem acontecer”, afirmou o gerente.

Antes mesmo da confirmação, após ser levantada a suspeita de raiva, o Centro de Vigilância Ambiental do Recife iniciou as medidas necessárias para evitar novos casos da doença.

“Em um raio de 1 quilômetro da residência da vítima nós iniciamos a vacinação de cães e gatos em cada domicílio. Também instalamos postos de vacinação em um raio de 5 quilômetros do local e iniciamos uma vistoria para capturar morcegos que estejam escondidos em residências abandonadas, por exemplo, além de orientar a população sobre a importância de vacinar os animais e notificar caso encontrem algum morcego, cão ou gato com características alteradas”, diz Jurandir.

O caso

Adriana era dona de uma pet shop e havia sido ferida na mama direita por um gato no dia 26 de abril. Na época, a mulher não procurou nenhuma unidade de saúde para relatar o ocorrido e tomar as medidas de saúde necessárias.

Somente no dia 18 de junho, quando os sintomas começaram a se desenvolver, ela foi internada no Hospital Agamenon Magalhães, localizado na Zona Norte do Recife. Na última segunda-feira, em razão do agravamento do quadro, ela foi transferida para o HUOC, onde faleceu.

Segundo Jurandir, o fato de ela ter demorado para notificar o acidente e procurar ajuda foi um agravante, tanto de seu estado de saúde quanto do combate a novas transmissões.

Raiva em humanos

A raiva é uma doença de origem viral transmitida, em geral, pelo contato com a saliva ou secreções de animais infectados, como mordidas, arranhões ou lambidas. Nos animais, os sintomas da doença geralmente são dificuldade para engolir, salivação abundante, mudança de comportamento, mudança de hábitos alimentares e paralisia das patas traseiras.

Nos cães, o latido torna-se diferente do normal, parecendo um “uivo rouco”, segundo informações do Ministério da Saúde. “Gatos agressivos, morcegos voando de dia ou caídos no chão são sinais de alerta”, diz Jurandir.

Em humanos, os sintomas começam com transformação de caráter, inquietude, perturbação do sono, sonhos tenebrosos, alterações na sensibilidade, queimação, formigamento e dor no local da infecção. Posteriormente, instala-se um quadro de alucinações, febre e crises convulsivas. Como provoca inflamações no cérebro e na medula, o índice de letalidade da doença é de aproximadamente 100%.

Uma vez mordida ou agredida por um animal, mesmo se ele estiver vacinado contra a doença, o ideal é lavar imediatamente o ferimento com água e sabão e procurar com urgência o serviço de saúde mais próximo para avaliação e prescrição de profilaxia antirrábica humana adequada, que consiste em tomar vacina e soro logo após o incidente.

Cura da raiva

Em Pernambuco, o último registro da raiva em humanos foi em 2008. Na época, um garoto, morador de Floresta, no sertão, levou uma mordida de um morcego e foi diagnosticado com a doença. O adolescente sobreviveu e foi o primeiro caso de cura de raiva humana no Brasil.

Fonte: Revista Golpista

Empresa Bioquark realizara experimentos para “ressuscitar os mortos”

No final de 2016, a Bioquark, uma empresa com sede na Filadélfia, EUA, anunciou acreditar que a morte cerebral não é, afinal, “irreversível”. Agora, pela voz do CEO, Ira Pastor, revelou que os testes em humanos de um método inédito que envolve o uso de células estaminais vão ter início em breve num país não identificado (Brasil?) da América Latina.

Na maioria dos países, a declaração do óbito implica uma perda total e irreversível das funções cerebrais. O que a Bioquark quer testar é uma série de injeções que conseguem, em tese, “reiniciar” o cérebro.

Inicialmente, o plano de Pastor e de Himanshu Bansal, um cirurgião ortopédico, era levar a cabo os primeiros testes na Índia, mas, poucos dias depois do anúncio, o plano foi travado pelo Conselho de Investigação Médica do país.

A manter-se o plano que estava previsto para a Índia, o processo deverá começar com uma observação de indivíduos em morte cerebral, na sequência de uma lesão traumática, entre os 15 e os 65 anos, com recurso a imagens de ressonância magnética, em busca de sinais da possibilidade de reverter o quadro de morte cerebral.

A partir daí, o plano apresentado no ano passado dividia-se em três estágios: primeiro, a colheita de células estaminais a partir do sangue do próprio indivíduo, que seriam depois reinjetadas de volta no corpo; em seguida, receberia uma dose de péptidos injetada diretamente na espinal medula, e, por fim, o “paciente” seria submetido a uma estimulação nervosa, que incluiu o uso de lasers, ao longo de 15 dias.

Estes ensaios da Bioquark fazem parte de um projeto intitulado ReAnima, que, segundo o site oficial, “explora o potencial da tecnologia biomédica de ponta para a neuro-regeneração e neuro-reanimação humana”.

Em declarações ao Daily Mail online, no ano passado, Pastor explicava que o foco do projeto ReAnima são os casos de morte cerebral ou coma irreversível, a receber ainda suporte cardio-pulmonar, num estado que em muitos países se designa como “cadáver vivo”.

Sera que assim que começa a saga do #twd ?

Crise na economia surge um novo modelo popular de farmácia e drogaria

Depois do surgimento dos planos de saúde com mensalidades mais baratas, a crise agora impulsiona o crescimento de farmácias com o modelo popular. As redes oferecem, no mínimo, 10% de desconto em relação à média do mercado, e para medicamentos genéricos o abatimento não é inferior a 45%. O faturamento do segmento cresceu 83,44% em um ano, segundo levantamento da Associação Multimarcas de Farmácias (Farmarcas). O resultado foi obtido pelas redes Ultra Popular, Super Popular e Maxi Popular, que movimentaram R$683 milhões, em 2016. De olho na crise, as redes populares adotaram modelo para oferecer medicamentos e produtos de higiene pessoal a preços mais baixos ao consumidor, através de redução de margens de lucro e de negociação coletiva com laboratórios, fornecedores e até empresas de cartão de crédito.

— Temos uma proposta de baratear nossos custos e conseguir reduzir os preços para os clientes. Não somos uma farmácia de serviços. E, por isso, não oferecemos entrega em domicilio, atendimento telefônico e não trabalhamos 24 horas. O próprio tamanho do estabelecimento é menor — explica Edison Tamascia, presidente da Farmarcas, acrescentando que já existem lojas em 18 estados.

Entidades de defesa do consumidor alertam que mesmo entre farmácias da mesma rede, o remédio pode custar até quatro vezes mais.

— Não deixe de pechinchar. Caso prefira a compra online, cuidado para não ser vítima de medicamentos falsificados. Tome algumas precauções. O endereço eletrônico da farmácia deve ter “.com.br” e deve conter na página principal todas as informações do estabelecimento, como a razão social, endereço, CNPJ, horário de funcionamento, telefone, nome e número de inscrição no Conselho Regional de Farmácia (CRF) do Responsável Técnico e Licença ou Alvará Sanitário —orienta Lívia Coelho, advogada e representante da Proteste.

Atenção consumidor

Precaução

A primeira orientação é que a embalagem esteja lacrada com a rótulo em português.

Informação

A embalagem deve apresentar o prazo de validade, data de fabricação, número do lote e as advertências sobre o produto.

Líquidos

Medicamentos de apresentação na forma líquida, como soros e xaropes devem vir sempre com lacre.

Medicamento para Doença de Chron é introduzido no SUS

O Ministério da Saúde incorporou ao Sistema Único de Saúde (SUS) o medicamento Certolizumabe Pegolpara tratamento da Doença de Crohn. A decisão atualiza o Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas (PCDT) dessa doença e moderniza os tratamentos médicos, formas de atuação e dosagem do remédio.

A Doença de Crohn é uma patologia inflamatória que pode afetar qualquer parte do tubo digestivo, desde a boca até o ânus. Pacientes com o estágio moderado a grave geralmente apresentam os seguintes sintomas: febre, perda de peso, dor abdominal acentuada, anemia e diarreia frequente. Com esse novo medicamento, a expectativa é amenizar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do portador da doença.

O tratamento costuma exigir uma combinação de medicamentos e procedimentos cirúrgicos necessários para tratar obstruções e complicações infecciosas. O remédio também tem indicação para os pacientes adultos que não tiveram resposta adequada a outros tratamentos.

Atualmente, o SUS oferece sete remédios para o tratamento da doença de Crohn: ciclosporina, azatioprina, metotrexato, sulfasalazina, mesalazina, infliximabe e adalimumabe. Cabe aos gestores estaduais e municipais estruturar a rede assistencial, definir os serviços referenciais e estabelecer os fluxos para o atendimento dos indivíduos com a doença em todas as etapas do tratamento.

PCDTS

O objetivo dos PCDTs é estabelecer os critérios de diagnóstico e tratamento de cada doença, assim como as doses e medicamentos adequados para cada caso. Também são avaliados os mecanismos para monitoramento clínico em relação à efetividade do tratamento e supervisão de possíveis efeitos adversos.

As publicações têm como base os conceitos das Redes de Atenção à Saúde, que contam com sistemas logísticos e de apoio necessários para garantir a oferta de ações de promoção, detecção precoce, diagnóstico, tratamentos e cuidados paliativos e integrais por meio da rede pública de saúde.

Desde a criação, a comissão incorporou 178 tecnologias ao SUS, com impacto estimado de R$ 2,5 bilhões. Entre as últimas incorporações de destaque está o medicamento Dolutegravir, considerado o melhor antirretroviral para pacientes que vivem com Aids. A expectativa é que cem mil pessoas iniciem o novo tratamento em 2017.

 

Tratamento visa tratar obstruções e complicações infecciosas no sistema digestivo dos pacientes

Anvisa regula novo farmaco para combater a obesidade

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o registro de uma nova droga indicada para controle da obesidade, o Belviq.

O remédio, composto de cloridrato de lorcasserina hemihidratado, é o segundo com essa indicação a ser aprovado neste ano pela agência -até então, o último registro semelhante havia ocorrido em 1998.

Segundo a agência, o medicamento é indicado como auxiliar em tratamentos que também envolvam dietas de redução de calorias e aumento de atividade física para controle do peso crônico.

O remédio, na forma de comprimidos revestidos, é indicado a pacientes com quadro de obesidade (índice de massa corporal igual ou maior do que 30 kg/m2) e alguns casos de sobrepeso, quando o paciente tem índice igual ou maior que 27 kg/m2 associado à presença de pelo menos uma doença relacionada, como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e apneia do sono.

Com o clodridrato de lorcasserina, o Brasil passa a ter quatro medicamentos disponíveis no mercado contra a obesidade -os outros são o orlistat, sibutramina e liraglutida.

Segundo a endocrinologista Maria Edna de Melo, diretora da Abeso (Associação Brasileira de Estudo da Obesidade), o novo medicamento tem mecanismo de ação diferente dos demais.

“Ela [lorcasserina] ativa um receptor específico de serotonina que fica no hipotálamo, que é o centro principal de controle de balanço energético. E lá aumenta a produção de melanocortina, [hormônio] que traz uma redução da fome. É o único medicamento que vai agir exatamente nesse receptor”, explica. “Vemos como mais uma opção, porque nem todos os pacientes respondem bem a todos os tratamentos”, afirma a endocrinologista.

Ainda de acordo com Melo, o medicamento também aparenta ter menos efeitos colaterais. Os mais comuns são dores de cabeça, boca seca e constipação intestinal, informa. “É um medicamento que tende a ser bem tolerado. Mas como nunca usamos, a prática vai nos dizer muito mais. Com o tempo, vamos avaliar”, diz.

O novo remédio deve ter tarja vermelha, sujeito à receita médica. Após a aprovação do registro, o produto deve ter o preço máximo permitido de venda definido pela Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos). No exterior, o medicamento custa cerca de R$ 400 por mês.

Além do Brasil, o Belviq já havia sido aprovado em outros países, como os Estados Unidos. O medicamento é produzido pela empresa suíça Arena Pharmaceuticals. Já a detentora do registro no Brasil é a Eisai Laboratórios, de São Paulo.

Amanha é dia de prevenção contra o Câncer de Pele Infantil

Durante todo este mês, a Sociedade Brasileira de Dermatologia vai promover o Dezembro Laranja. As atividades pretendem alertar a população para a prevenção do tipo de câncer com maior incidência no Brasil, o câncer de pele, que registra 176 mil novos casos por ano.

Neste sábado, a partir das 10h, uma equipe de médicos dermatologistas vai ofercer consultas de graça no Parque da Jaqueira, na Zona Norte do Recife. De acordo com a SBD, será o Dia de Super Proteção ao Câncer de Pele Infantil.

É a primeira vez que uma ação como essa, com foco nas crianças, acontece no Recife. Na programação, haverá contação de histórias, distribuição de filtro solar, palestras, pintura e a participação do Papai Noel Laranja e do boneco Super Protetor.

O médico explica que o dia de Super Proteção faz parte das ações da campanha Nacional de Combate ao Câncer da Pele promovida pela Sociedade Brasileira deDermatologia há 17 anos. A SBD, entidade oficialmente reconhecida pela Associação Médica Brasileira, teve atitude pioneira de conscientizar a população brasileira para o câncer de pele.

A campanha recebeu a certificação do Guinness World Records por ter realizado a maior campanha médica do mundo realizada em um único dia e a maior campanha de prevenção ao câncer da pele mundial; foram mais de 34 mil atendimentos em todo o Brasil.

SOBRE O CÂNCER DE PELE

O câncer da pele pode se manifestar como uma pinta ou mancha, geralmente acastanhada ou enegrecida, como também uma ferida que não cicatriza. A regra do ABCDE ajuda na suspeita de uma lesão maligna e sinaliza que um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia deve ser procurado.

  1. A= lesão assimétrica
  2. B= bordas irregulares
  3. C= alteração de cor
  4. D= diâmetro maior que 6 mm
  5. E= evolução ou modificação da lesão