Seu medicamento não esta disponível para compra e agora…

O que fazer quando um remédio some das drogarias?

Laboratórios devem avisar a Anvisa sempre que houver risco de desabastecimento

Segundo especialistas, o setor farmacêutico no Brasil está atrasado 30 anos num mercado que já movimenta US$ 160 bilhões por ano no mundo

RIO – Quantas vezes um paciente vai atrás de um medicamento e, após correr por várias redes de farmácia, não o encontra? Uma dor de cabeça a mais, com certeza. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Brasil tem cerca de 25 mil medicamentos registrados, sendo que desses pelo menos 12 mil foram comercializados em 2016. Isso sem contar os homeopáticos, fitoterápicos, odontológicos, polivitamínicos e produtos notificados. Mas, mesmo com tantos registros no mercado, em alguns momentos, pacientes e usuários de medicamentos podem ter dificuldade para encontrar o produto que precisam.
De acordo com a agência reguladora, Isso pode acontecer por alguns motivos. Mas, sempre que o consumidor perceber que um medicamento sumiu do mercado, é importante procurar a empresa fabricante para saber o motivo do desabastecimento. Se a resposta não for satisfatória, a orientação é procurar a Anvisa para se informar sobre o caso ou fazer uma denúncia.

A Anvisa não pode obrigar um fabricante a manter um produto no mercado, mas os laboratórios são obrigados a informar sempre que houver risco de um produto sair das prateleiras e deixar pacientes sem tratamento. Esse aviso deve ser feito com, pelo menos, 12 meses de antecedência, quando houver risco de desabastecimento. É o caso de medicamentos únicos no mercado ou que representam uma fatia importante do abastecimento. Neste caso, a empresa deve manter o abastecimento durante os 12 meses. Quando a interrupção for por motivo não previsível, este aviso deve ser feito em até 72 horas depois do fato que prejudica o fornecimento.

O que fazer quando não encontrar um medicamento

Caso não encontre o medicamento que procura, o consumidor deve entrar em contato com Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) do laboratório para saber onde o medicamento pode ser encontrado na sua cidade e se está ocorrendo algum problema. Consulte a lista de Descontinuação de Medicamentos. Pela lista, é possível saber se o laboratório informou que o produto terá interrupção na sua produção e quando isso aconteceu. Se o consumidor suspeitar que o laboratório não informou corretamente sobre a falta do produto ou que não está ocorrendo o abastecendo adequado da sua região, ou mesmo que a empresa não está cumprindo o prazo de seis meses, acione a Anvisa pelo Fale Conosco

Como fica o tratamento do consumidor?

A maior parte dos medicamentos do mercado possui genéricos ou similares. Se o consumidor tiver uma receita médica com o nome genérico do produto, ele pode procurar o farmacêutico para que ele dê orientações sobre algum produto intercambiável. Pode também procurar seu médico para ter orientações sobre a substituição do medicamento. No caso daqueles que são únicos no mercado, pode ser necessário a avaliação profissional para alterar o tratamento.

Motivos para que o medicamento não seja encontrado

Anvisa recomenda interrupção imediata de uso de medicamentos suspensos – .
São vários os motivos pelos quais um medicamento não seja encontrado no mercado, como ainda não existir registro no Brasil ou este ter sido cancelado, diz a Anvisa. Há ainda a possibilidade de o laboratório ter parado de fabricar o produto; haver problemas de distribuição do medicamento em sua cidade; o laboratório ter parado temporariamente de produzir o produto; ou o medicamento ter sido retirado do mercado pela Anvisa por problemas na qualidade.

Leia mais: https://oglobo.globo.com/economia/defesa-do-consumidor/o-que-fazer-quando-um-medicamento-some-das-farmacias-21593422

Mulher morre apos contrair Raiva de morcego no Recife

Recife confirmou o primeiro caso de raiva humana em dezenove anos, de acordo com Jurandir Almeida, gerente de Vigilância Ambiental e Controle de Zoonoses da Secretaria de Saúde do Recife.

Adriana Vicente da Silva, de 36 anos, morreu na última quinta-feira (29), no Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC), mas o resultado do exame realizado pela Instituto Pasteur, de São Paulo, que confirmou a causa do óbito, foi divulgado somente nesta segunda-feira (3).

O laudo do exame mostrou que o vírus encontrado em Adriana é de origem silvestre (cepa 3), proveniente de um morcego hematófago (que se alimenta de sangue). Jurandir acredita que o gato que transmitiu a doença para a mulher tenha entrado em contato com um morcego contaminado.

“Fazia 12 anos que não tínhamos registro de raiva canina ou felina [ciclo urbano]. Por causa da aproximação da zona urbana e silvestre, casos assim são raros, mas podem acontecer”, afirmou o gerente.

Antes mesmo da confirmação, após ser levantada a suspeita de raiva, o Centro de Vigilância Ambiental do Recife iniciou as medidas necessárias para evitar novos casos da doença.

“Em um raio de 1 quilômetro da residência da vítima nós iniciamos a vacinação de cães e gatos em cada domicílio. Também instalamos postos de vacinação em um raio de 5 quilômetros do local e iniciamos uma vistoria para capturar morcegos que estejam escondidos em residências abandonadas, por exemplo, além de orientar a população sobre a importância de vacinar os animais e notificar caso encontrem algum morcego, cão ou gato com características alteradas”, diz Jurandir.

O caso

Adriana era dona de uma pet shop e havia sido ferida na mama direita por um gato no dia 26 de abril. Na época, a mulher não procurou nenhuma unidade de saúde para relatar o ocorrido e tomar as medidas de saúde necessárias.

Somente no dia 18 de junho, quando os sintomas começaram a se desenvolver, ela foi internada no Hospital Agamenon Magalhães, localizado na Zona Norte do Recife. Na última segunda-feira, em razão do agravamento do quadro, ela foi transferida para o HUOC, onde faleceu.

Segundo Jurandir, o fato de ela ter demorado para notificar o acidente e procurar ajuda foi um agravante, tanto de seu estado de saúde quanto do combate a novas transmissões.

Raiva em humanos

A raiva é uma doença de origem viral transmitida, em geral, pelo contato com a saliva ou secreções de animais infectados, como mordidas, arranhões ou lambidas. Nos animais, os sintomas da doença geralmente são dificuldade para engolir, salivação abundante, mudança de comportamento, mudança de hábitos alimentares e paralisia das patas traseiras.

Nos cães, o latido torna-se diferente do normal, parecendo um “uivo rouco”, segundo informações do Ministério da Saúde. “Gatos agressivos, morcegos voando de dia ou caídos no chão são sinais de alerta”, diz Jurandir.

Em humanos, os sintomas começam com transformação de caráter, inquietude, perturbação do sono, sonhos tenebrosos, alterações na sensibilidade, queimação, formigamento e dor no local da infecção. Posteriormente, instala-se um quadro de alucinações, febre e crises convulsivas. Como provoca inflamações no cérebro e na medula, o índice de letalidade da doença é de aproximadamente 100%.

Uma vez mordida ou agredida por um animal, mesmo se ele estiver vacinado contra a doença, o ideal é lavar imediatamente o ferimento com água e sabão e procurar com urgência o serviço de saúde mais próximo para avaliação e prescrição de profilaxia antirrábica humana adequada, que consiste em tomar vacina e soro logo após o incidente.

Cura da raiva

Em Pernambuco, o último registro da raiva em humanos foi em 2008. Na época, um garoto, morador de Floresta, no sertão, levou uma mordida de um morcego e foi diagnosticado com a doença. O adolescente sobreviveu e foi o primeiro caso de cura de raiva humana no Brasil.

Fonte: Revista Golpista

Empresa Bioquark realizara experimentos para “ressuscitar os mortos”

No final de 2016, a Bioquark, uma empresa com sede na Filadélfia, EUA, anunciou acreditar que a morte cerebral não é, afinal, “irreversível”. Agora, pela voz do CEO, Ira Pastor, revelou que os testes em humanos de um método inédito que envolve o uso de células estaminais vão ter início em breve num país não identificado (Brasil?) da América Latina.

Na maioria dos países, a declaração do óbito implica uma perda total e irreversível das funções cerebrais. O que a Bioquark quer testar é uma série de injeções que conseguem, em tese, “reiniciar” o cérebro.

Inicialmente, o plano de Pastor e de Himanshu Bansal, um cirurgião ortopédico, era levar a cabo os primeiros testes na Índia, mas, poucos dias depois do anúncio, o plano foi travado pelo Conselho de Investigação Médica do país.

A manter-se o plano que estava previsto para a Índia, o processo deverá começar com uma observação de indivíduos em morte cerebral, na sequência de uma lesão traumática, entre os 15 e os 65 anos, com recurso a imagens de ressonância magnética, em busca de sinais da possibilidade de reverter o quadro de morte cerebral.

A partir daí, o plano apresentado no ano passado dividia-se em três estágios: primeiro, a colheita de células estaminais a partir do sangue do próprio indivíduo, que seriam depois reinjetadas de volta no corpo; em seguida, receberia uma dose de péptidos injetada diretamente na espinal medula, e, por fim, o “paciente” seria submetido a uma estimulação nervosa, que incluiu o uso de lasers, ao longo de 15 dias.

Estes ensaios da Bioquark fazem parte de um projeto intitulado ReAnima, que, segundo o site oficial, “explora o potencial da tecnologia biomédica de ponta para a neuro-regeneração e neuro-reanimação humana”.

Em declarações ao Daily Mail online, no ano passado, Pastor explicava que o foco do projeto ReAnima são os casos de morte cerebral ou coma irreversível, a receber ainda suporte cardio-pulmonar, num estado que em muitos países se designa como “cadáver vivo”.

Sera que assim que começa a saga do #twd ?

Crise na economia surge um novo modelo popular de farmácia e drogaria

Depois do surgimento dos planos de saúde com mensalidades mais baratas, a crise agora impulsiona o crescimento de farmácias com o modelo popular. As redes oferecem, no mínimo, 10% de desconto em relação à média do mercado, e para medicamentos genéricos o abatimento não é inferior a 45%. O faturamento do segmento cresceu 83,44% em um ano, segundo levantamento da Associação Multimarcas de Farmácias (Farmarcas). O resultado foi obtido pelas redes Ultra Popular, Super Popular e Maxi Popular, que movimentaram R$683 milhões, em 2016. De olho na crise, as redes populares adotaram modelo para oferecer medicamentos e produtos de higiene pessoal a preços mais baixos ao consumidor, através de redução de margens de lucro e de negociação coletiva com laboratórios, fornecedores e até empresas de cartão de crédito.

— Temos uma proposta de baratear nossos custos e conseguir reduzir os preços para os clientes. Não somos uma farmácia de serviços. E, por isso, não oferecemos entrega em domicilio, atendimento telefônico e não trabalhamos 24 horas. O próprio tamanho do estabelecimento é menor — explica Edison Tamascia, presidente da Farmarcas, acrescentando que já existem lojas em 18 estados.

Entidades de defesa do consumidor alertam que mesmo entre farmácias da mesma rede, o remédio pode custar até quatro vezes mais.

— Não deixe de pechinchar. Caso prefira a compra online, cuidado para não ser vítima de medicamentos falsificados. Tome algumas precauções. O endereço eletrônico da farmácia deve ter “.com.br” e deve conter na página principal todas as informações do estabelecimento, como a razão social, endereço, CNPJ, horário de funcionamento, telefone, nome e número de inscrição no Conselho Regional de Farmácia (CRF) do Responsável Técnico e Licença ou Alvará Sanitário —orienta Lívia Coelho, advogada e representante da Proteste.

Atenção consumidor

Precaução

A primeira orientação é que a embalagem esteja lacrada com a rótulo em português.

Informação

A embalagem deve apresentar o prazo de validade, data de fabricação, número do lote e as advertências sobre o produto.

Líquidos

Medicamentos de apresentação na forma líquida, como soros e xaropes devem vir sempre com lacre.

Medicamento para Doença de Chron é introduzido no SUS

O Ministério da Saúde incorporou ao Sistema Único de Saúde (SUS) o medicamento Certolizumabe Pegolpara tratamento da Doença de Crohn. A decisão atualiza o Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas (PCDT) dessa doença e moderniza os tratamentos médicos, formas de atuação e dosagem do remédio.

A Doença de Crohn é uma patologia inflamatória que pode afetar qualquer parte do tubo digestivo, desde a boca até o ânus. Pacientes com o estágio moderado a grave geralmente apresentam os seguintes sintomas: febre, perda de peso, dor abdominal acentuada, anemia e diarreia frequente. Com esse novo medicamento, a expectativa é amenizar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do portador da doença.

O tratamento costuma exigir uma combinação de medicamentos e procedimentos cirúrgicos necessários para tratar obstruções e complicações infecciosas. O remédio também tem indicação para os pacientes adultos que não tiveram resposta adequada a outros tratamentos.

Atualmente, o SUS oferece sete remédios para o tratamento da doença de Crohn: ciclosporina, azatioprina, metotrexato, sulfasalazina, mesalazina, infliximabe e adalimumabe. Cabe aos gestores estaduais e municipais estruturar a rede assistencial, definir os serviços referenciais e estabelecer os fluxos para o atendimento dos indivíduos com a doença em todas as etapas do tratamento.

PCDTS

O objetivo dos PCDTs é estabelecer os critérios de diagnóstico e tratamento de cada doença, assim como as doses e medicamentos adequados para cada caso. Também são avaliados os mecanismos para monitoramento clínico em relação à efetividade do tratamento e supervisão de possíveis efeitos adversos.

As publicações têm como base os conceitos das Redes de Atenção à Saúde, que contam com sistemas logísticos e de apoio necessários para garantir a oferta de ações de promoção, detecção precoce, diagnóstico, tratamentos e cuidados paliativos e integrais por meio da rede pública de saúde.

Desde a criação, a comissão incorporou 178 tecnologias ao SUS, com impacto estimado de R$ 2,5 bilhões. Entre as últimas incorporações de destaque está o medicamento Dolutegravir, considerado o melhor antirretroviral para pacientes que vivem com Aids. A expectativa é que cem mil pessoas iniciem o novo tratamento em 2017.

 

Tratamento visa tratar obstruções e complicações infecciosas no sistema digestivo dos pacientes

Anvisa regula novo farmaco para combater a obesidade

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o registro de uma nova droga indicada para controle da obesidade, o Belviq.

O remédio, composto de cloridrato de lorcasserina hemihidratado, é o segundo com essa indicação a ser aprovado neste ano pela agência -até então, o último registro semelhante havia ocorrido em 1998.

Segundo a agência, o medicamento é indicado como auxiliar em tratamentos que também envolvam dietas de redução de calorias e aumento de atividade física para controle do peso crônico.

O remédio, na forma de comprimidos revestidos, é indicado a pacientes com quadro de obesidade (índice de massa corporal igual ou maior do que 30 kg/m2) e alguns casos de sobrepeso, quando o paciente tem índice igual ou maior que 27 kg/m2 associado à presença de pelo menos uma doença relacionada, como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e apneia do sono.

Com o clodridrato de lorcasserina, o Brasil passa a ter quatro medicamentos disponíveis no mercado contra a obesidade -os outros são o orlistat, sibutramina e liraglutida.

Segundo a endocrinologista Maria Edna de Melo, diretora da Abeso (Associação Brasileira de Estudo da Obesidade), o novo medicamento tem mecanismo de ação diferente dos demais.

“Ela [lorcasserina] ativa um receptor específico de serotonina que fica no hipotálamo, que é o centro principal de controle de balanço energético. E lá aumenta a produção de melanocortina, [hormônio] que traz uma redução da fome. É o único medicamento que vai agir exatamente nesse receptor”, explica. “Vemos como mais uma opção, porque nem todos os pacientes respondem bem a todos os tratamentos”, afirma a endocrinologista.

Ainda de acordo com Melo, o medicamento também aparenta ter menos efeitos colaterais. Os mais comuns são dores de cabeça, boca seca e constipação intestinal, informa. “É um medicamento que tende a ser bem tolerado. Mas como nunca usamos, a prática vai nos dizer muito mais. Com o tempo, vamos avaliar”, diz.

O novo remédio deve ter tarja vermelha, sujeito à receita médica. Após a aprovação do registro, o produto deve ter o preço máximo permitido de venda definido pela Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos). No exterior, o medicamento custa cerca de R$ 400 por mês.

Além do Brasil, o Belviq já havia sido aprovado em outros países, como os Estados Unidos. O medicamento é produzido pela empresa suíça Arena Pharmaceuticals. Já a detentora do registro no Brasil é a Eisai Laboratórios, de São Paulo.

Amanha é dia de prevenção contra o Câncer de Pele Infantil

Durante todo este mês, a Sociedade Brasileira de Dermatologia vai promover o Dezembro Laranja. As atividades pretendem alertar a população para a prevenção do tipo de câncer com maior incidência no Brasil, o câncer de pele, que registra 176 mil novos casos por ano.

Neste sábado, a partir das 10h, uma equipe de médicos dermatologistas vai ofercer consultas de graça no Parque da Jaqueira, na Zona Norte do Recife. De acordo com a SBD, será o Dia de Super Proteção ao Câncer de Pele Infantil.

É a primeira vez que uma ação como essa, com foco nas crianças, acontece no Recife. Na programação, haverá contação de histórias, distribuição de filtro solar, palestras, pintura e a participação do Papai Noel Laranja e do boneco Super Protetor.

O médico explica que o dia de Super Proteção faz parte das ações da campanha Nacional de Combate ao Câncer da Pele promovida pela Sociedade Brasileira deDermatologia há 17 anos. A SBD, entidade oficialmente reconhecida pela Associação Médica Brasileira, teve atitude pioneira de conscientizar a população brasileira para o câncer de pele.

A campanha recebeu a certificação do Guinness World Records por ter realizado a maior campanha médica do mundo realizada em um único dia e a maior campanha de prevenção ao câncer da pele mundial; foram mais de 34 mil atendimentos em todo o Brasil.

SOBRE O CÂNCER DE PELE

O câncer da pele pode se manifestar como uma pinta ou mancha, geralmente acastanhada ou enegrecida, como também uma ferida que não cicatriza. A regra do ABCDE ajuda na suspeita de uma lesão maligna e sinaliza que um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia deve ser procurado.

  1. A= lesão assimétrica
  2. B= bordas irregulares
  3. C= alteração de cor
  4. D= diâmetro maior que 6 mm
  5. E= evolução ou modificação da lesão

O Ministério da Saúde dispõe de R$ 443 milhões na fabricação de farmácos biológicos

O Ministério da Saúde irá investir cerca de R$ 443 milhões por ano para a transferência de tecnologia e aquisição de cinco medicamentos biológicos. As novas Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) foram anunciadas nesta quinta-feira (8), durante a 12º reunião do Grupo Executivo do Complexo Industrial da Saúde (GECIS), irão diminuir o custo dos medicamentos e incentivar a produção nacional.

Os novos medicamentos, que ao final do processo de transferência de tecnologia serão produzidos por quatro laboratórios públicos e sete empresas privadas, já fazem parte do rol de fármacos distribuídos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, todos biológicos representam apenas 4% da quantidade distribuída pelo SUS e 51% do orçamento da compra. Ao todo são cinco medicamentos: adalimumabe e infliximabe (artrite reumatoide); filgrastima e Rituximabe (oncológico); Samatropina (hormônio do crescimento).

Além das novas parcerias, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, anunciou o lançamento do edital para transferência de tecnologia de radioterapia. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (8). As capacitações, que fazem parte do Plano de Expansão da Radioterapia no SUS, darão oportunidade para Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs) adquirirem conhecimento nas áreas de desenvolvimento e operação de softwares para planejamento 3D, softwares embarcados nos aceleradores lineares e eletronic portal imagining device.

A cooperação será com Varian Medical Systems, empresa contratada pela pasta para execução da ampliação do atendimento oncológico no País. Ao todo, cerca de R$ 500 milhões foram investidos para a aquisição de 80 aceleradores lineares, além da realização de projetos e obras. O Ministério da Saúde estuda a aquisição de outros 20 equipamentos por meio de aditivo ao contrato, firmado em 2014 para a compra dos 80 aparelhos.

Outra iniciativa é a criação de cinco grupos de trabalho para discussão de temas relevantes para o complexo industrial. Entre os assuntos estão à revisão do marco regulatório da área; tributos e relações bilaterais; planos de expansão da radioterapia; rotas tecnológicas e propriedade intelectual. As reuniões iniciam em 2017.

Campanha Novembro Azul chama atenção para o exame da próstata

Problemas cardiovasculares, diabetes e hipertensão não são os únicos problemas que afetam a saúde dos homens.

Os homens também são afetados por doenças urológicas. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), que chama este mês de “Novembro Azul” – por causa do Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata (17) -, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens no Brasil Não melanoma). Os dados mostram que, em termos absolutos, este é o sexto tipo mais comum no mundo e mais prevalente em homens, representando cerca de 10% de todos os cânceres. A taxa de incidência é cerca de seis vezes maior nos países desenvolvidos em comparação com os países em desenvolvimento.

O tumor no câncer de próstata é considerado um dos idosos, uma vez que cerca de três quartos dos casos ocorrem a partir dos 65 anos. Segundo Osni Silvestri, urologista e gerente médico do Hospital VITA Curitiba, o aumento observado nas taxas de incidência no Brasil pode Ser parcialmente explicada pelas mudanças nos métodos diagnósticos (exames), pela melhoria da qualidade dos sistemas de informação no país e pelo aumento da expectativa de vida.

Dr. Osni adverte que alguns desses tumores podem crescer rapidamente, se espalhando para outros órgãos e pode levar à morte. “A grande maioria, no entanto, cresce tão lentamente (leva cerca de 15 anos para chegar a 1 cm³), que não mostra sinais e sintomas durante a vida e até ameaça a saúde humana”, diz ele.

Números para 2016 – De acordo com o INCA, estima-se que o Brasil feche o ano com um número superior a 60 mil novos casos de câncer de próstata diagnosticados. A instituição adverte de alguns fatores de risco sobre este câncer, porque a incidência de casos ea taxa de mortalidade de aumento quando o paciente tem mais de 50 anos. Como outros cânceres, o câncer de próstata tem um profundo relacionamento com a genética familiar. Homens com um pai ou irmão que teve a doença são três vezes mais probabilidades de desenvolver o tumor. Hábitos alimentares e estilo de vida da pessoa também são fatores importantes a serem observados.

O urologista José Antonio Caldera, do Hospital VITA Batel, explica que, além do câncer de próstata, os homens também são afetados por muitas vezes uma outra doença chamada hiperplasia benigna da próstata (HBP). Quando a HBP está associada a sintomas do trato urinário inferior – LUTS (frequência urinária, hesitação, intermitência e micção incompleta, fluxo urinário fraco, urgência e noctúria), o HBP-LUTS torna-se um diagnóstico clínico altamente prevalente.

Frequentemente diagnosticada, BPH LUTS é uma condição crônica e progressiva que aumenta a incapacidade, diminui a qualidade de vida e interfere com a função sexual e outros aspectos da vida do paciente. “Além disso, os pacientes com BPH-LUTS muitas vezes têm co-ocorrendo condições, incluindo a disfunção eréctil (DE), em particular, bem como a síndrome metabólica, cardiovascular e outras doenças que podem desafiar a gestão desta população de pessoas” relatórios.

Uma avaliação multidimensional é crítica para o reconhecimento da condição e é principalmente baseada em uma avaliação do paciente que inclui uma história focalizada, exame físico e testes laboratoriais de rotina. Às vezes, o encaminhamento para um especialista é garantido, embora muitos pacientes possam ser adequadamente gerenciados no contexto da atenção primária. Quanto ao tratamento de pacientes com HBP e caldeira DE, explica-se que a informação sobre a gravidade dos sintomas é essencial para a terapia eo prognóstico do paciente.

Ao longo dos anos o cenário mudou, mas mesmo com acesso à informação, os homens ainda têm alguma resistência para consultar um especialista. O costume de procurar atendimento médico somente se por algum sintoma pode levar muitas vezes a um diagnóstico tardio, dificultando o tratamento. “Se identificado numa fase inicial (quando não tem sintomas claros), o tratamento do câncer de próstata é mais simples e uma alta probabilidade de cura”, alerta Caldeira.

Próstata – glândula do tamanho de uma noz, que só o homem possui e que está localizado logo abaixo da bexiga e na frente do reto. A próstata envolve a porção inicial da uretra do tubo através do qual a urina armazenada na bexiga é removida. A próstata produz parte do sêmen, o fluido espesso contendo esperma, libertado durante o sexo. Tem grande importância na fertilização.

Medicamentos indicados para o tratamento da próstata incluem o combodart.

Exame da próstata: É recomendável começar com 45 anos e ter um histórico de câncer de próstata na família que começa aos 40 anos.

Câncer de próstata: Na fase inicial não apresenta sintomas. Quando começa a mostrar sintomas, já está em um estágio avançado. Daí a necessidade do rastreio. Em estágios avançados pode ter dificuldade para urinar e ter sangramento na urina.

Diagnóstico de próstata: Quando há uma alteração no tecido da próstata (identificado pelo tacto) e alterações no teste de sangue (PSA) indicou uma biópsia (Biopsia da próstata por agulhas especiais), para exame microscópico por um patologista.

Tratamento de próstata: Se o câncer está em estágio inicial, são dadas três tipos de tratamento: cirurgia, radioterapia e braquiterapia (agulhamento da próstata por sementes radioativas).

Novembro Azul: Inspirado pela campanha de Outubro Rosa, que promove a importância da prevenção do câncer de mama, de novembro foi escolhido como o mês de homens prevenir o câncer de próstata.

Lenvima® o novo medicamento para Câncer de tireoide

Câncer de tireoide ganha novo medicamento

Pacientes com câncer de tireóide papilar, o câncer de ovário ou de aglomerados de células foi dada uma nova opção de tratamento, com a aprovação do registro de drogas Lenvima® (lenvatinibe mesilato).

O medicamento é aprovado pela ANVISA nova indicado para adultos com doença avançada ou metastática, resistente à radioterapia. A análise do produto tem prioridade para ser considerada como um medicamento órfão, ou seja, é uma das doenças raras, tais como certos tipos de cancro da tiróide.

Lenvima®, um inibidor de quinase, é o sal mesilato de lenvatinib. O seu nome químico é ácido 4- [3-cloro-4- (N’-cyclopropylureido) fenoxi] metanossulfonato -7-metoxiquinolina-6-carboxamida. A fórmula molecular é C21H19ClN4O4 • CH4O3S, e o peso molecular do sal mesilato é 522,96. A estrutura química do mesilato lenvatinib é:

Lenvatinib mesilato é um branco ao pó amarelo pálido avermelhado. Ele é ligeiramente solúvel em água e praticamente insolúvel em etanol (desidratado). A constante de dissociação (valor de pKa) de mesilato lenvatinib é 5,05, a 25 ° C. O coeficiente de partição (valor de log P) é 3,30.

Cada 4 mg ou 10 mg de cápsula de lenvatinib é equivalente a 4,90 mg ou 12,25 mg de mesilato lenvatinib. Seguem-se os ingredientes inativos: Carbonato de Cálcio, USP; Manitol, USP; Celulose Microcristalina, NF; Hidroxipropil-celulose, NF; Hidroxipropilcelulose (Tipo H), NF; e Talco, USP. A concha hipromelose cápsula contém dióxido de titânio, óxido férrico amarelo, óxido férrico vermelho e. A tinta de impressão contém goma-laca, óxido de ferro negro, hidróxido de potássio, e propileno glicol.

Indicações

LENVIMA é indicado para o tratamento de pacientes com carcinoma metastático ou recorrente, progressiva, iodo radioactivo-refractário DTC.
Carcinoma de células renais

LENVIMA é indicada em combinação com everolimus para o tratamento de pacientes com CCR avançado seguinte uma terapia anti-angiogénica antes.

Reações Adversas

As seguintes reações adversas são discutidos em outras partes do rótulo:

  •     Hipertensão
  •     Disfunção cardíaca
  •     Arteriais Tromboembólica
  •     Hepatotoxicidade
  •     Proteinúria
  •     Diarréia
  •     Falência e insuficiência renal
  •     Gastrointestinal Perfuração e formação de fístula
  •     QT Prolongamento do intervalo
  •     Hipocalcemia
  •     Síndrome de leucoencefalopatia reversível posterior
  •     Hemorrágicos Eventos
  •     Imparidade de hormônio estimulante da tireóide Supressão / Disfunção tireoidiana

O medicamento será fabricado pela Pantheon Inc. O Canadá e a importação será por conta da Eisai Laboratories Ltda.