Estudo mostra que preconceito distancia pacientes com HIV da medicina

Novo relatório do Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids, Unaids, mostra que problema está criando barreiras a serviços de prevenção, testagem e tratamento e colocando vidas em risco; estudo foi apresentado no Fórum Social do Conselho de Direitos Humanos, em Genebra.

Combate à Aids.

Laura Gelbert Delgado, da ONU News em Nova Iorque.

O Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids, Unaids, lançou um novo relatório mostrando como o estigma e a discriminação estão criando barreiras a serviços de prevenção, testagem e tratamento e colocando vidas em risco.

O preço do medicamento foi apresentado pelo chefe do Unaids, Michel Sidibé, durante o Fórum Social do Conselho de Direitos Humanos. O estudo mostra como as pessoas vivendo com HIV que enfrentam níveis altos de estigma relacionado à doença têm probabilidade duas vezes maior de adiar o início do tratamento.

Afronta

Para Sidibé, “estigma e discriminação são uma afronta aos direitos humanos” e colocam vidas em perigo.

Segundo o Unaids, pessoas vivendo com HIV muitas vezes evitam ir a clínicas com medo de ter seu status divulgado ou sofrerem ainda mais discriminação. Em 19 países com dados disponíveis, uma em cada cinco pessoas com o vírus evitou ir a um centro de saúde com medo de estigma ou discriminação. O relatório destaca que esses medos não são infundados.
O Programa alerta que quando pessoas com HIV esperam até estarem muito doentes para buscar ajuda, tem probabilidade menor de responder bem à terapia antirretroviral.

Proteção

O estudo mostra que quando programas foram colocados em prática para enfrentar o problema, o acesso a serviços para prevenção, testagem e tratamento do HIV melhorou.
O relatório destaca que, para chegar a todas as pessoas vivendo ou com risco de contraírem o HIV e para ligá-las a serviços de prevenção e tratamento, o mundo precisa confrontar a discriminação.

O Fórum Social do Conselho de Direitos Humanos está sendo realizado em Genebra, na Suíça, até esta quarta-feira comprar remédio . O tema é “Promoção e proteção dos direitos humanos no contexto da epidemia do HIV e outras doenças transmissíveis e epidemias”.

Mulher morre apos contrair Raiva de morcego no Recife

Recife confirmou o primeiro caso de raiva humana em dezenove anos, de acordo com Jurandir Almeida, gerente de Vigilância Ambiental e Controle de Zoonoses da Secretaria de Saúde do Recife.

Adriana Vicente da Silva, de 36 anos, morreu na última quinta-feira (29), no Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC), mas o resultado do exame realizado pela Instituto Pasteur, de São Paulo, que confirmou a causa do óbito, foi divulgado somente nesta segunda-feira (3).

O laudo do exame mostrou que o vírus encontrado em Adriana é de origem silvestre (cepa 3), proveniente de um morcego hematófago (que se alimenta de sangue). Jurandir acredita que o gato que transmitiu a doença para a mulher tenha entrado em contato com um morcego contaminado.

“Fazia 12 anos que não tínhamos registro de raiva canina ou felina [ciclo urbano]. Por causa da aproximação da zona urbana e silvestre, casos assim são raros, mas podem acontecer”, afirmou o gerente.

Antes mesmo da confirmação, após ser levantada a suspeita de raiva, o Centro de Vigilância Ambiental do Recife iniciou as medidas necessárias para evitar novos casos da doença.

“Em um raio de 1 quilômetro da residência da vítima nós iniciamos a vacinação de cães e gatos em cada domicílio. Também instalamos postos de vacinação em um raio de 5 quilômetros do local e iniciamos uma vistoria para capturar morcegos que estejam escondidos em residências abandonadas, por exemplo, além de orientar a população sobre a importância de vacinar os animais e notificar caso encontrem algum morcego, cão ou gato com características alteradas”, diz Jurandir.

O caso

Adriana era dona de uma pet shop e havia sido ferida na mama direita por um gato no dia 26 de abril. Na época, a mulher não procurou nenhuma unidade de saúde para relatar o ocorrido e tomar as medidas de saúde necessárias.

Somente no dia 18 de junho, quando os sintomas começaram a se desenvolver, ela foi internada no Hospital Agamenon Magalhães, localizado na Zona Norte do Recife. Na última segunda-feira, em razão do agravamento do quadro, ela foi transferida para o HUOC, onde faleceu.

Segundo Jurandir, o fato de ela ter demorado para notificar o acidente e procurar ajuda foi um agravante, tanto de seu estado de saúde quanto do combate a novas transmissões.

Raiva em humanos

A raiva é uma doença de origem viral transmitida, em geral, pelo contato com a saliva ou secreções de animais infectados, como mordidas, arranhões ou lambidas. Nos animais, os sintomas da doença geralmente são dificuldade para engolir, salivação abundante, mudança de comportamento, mudança de hábitos alimentares e paralisia das patas traseiras.

Nos cães, o latido torna-se diferente do normal, parecendo um “uivo rouco”, segundo informações do Ministério da Saúde. “Gatos agressivos, morcegos voando de dia ou caídos no chão são sinais de alerta”, diz Jurandir.

Em humanos, os sintomas começam com transformação de caráter, inquietude, perturbação do sono, sonhos tenebrosos, alterações na sensibilidade, queimação, formigamento e dor no local da infecção. Posteriormente, instala-se um quadro de alucinações, febre e crises convulsivas. Como provoca inflamações no cérebro e na medula, o índice de letalidade da doença é de aproximadamente 100%.

Uma vez mordida ou agredida por um animal, mesmo se ele estiver vacinado contra a doença, o ideal é lavar imediatamente o ferimento com água e sabão e procurar com urgência o serviço de saúde mais próximo para avaliação e prescrição de profilaxia antirrábica humana adequada, que consiste em tomar vacina e soro logo após o incidente.

Cura da raiva

Em Pernambuco, o último registro da raiva em humanos foi em 2008. Na época, um garoto, morador de Floresta, no sertão, levou uma mordida de um morcego e foi diagnosticado com a doença. O adolescente sobreviveu e foi o primeiro caso de cura de raiva humana no Brasil.

Fonte: Revista Golpista

Campanha Novembro Azul chama atenção para o exame da próstata

Problemas cardiovasculares, diabetes e hipertensão não são os únicos problemas que afetam a saúde dos homens.

Os homens também são afetados por doenças urológicas. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), que chama este mês de “Novembro Azul” – por causa do Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata (17) -, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens no Brasil Não melanoma). Os dados mostram que, em termos absolutos, este é o sexto tipo mais comum no mundo e mais prevalente em homens, representando cerca de 10% de todos os cânceres. A taxa de incidência é cerca de seis vezes maior nos países desenvolvidos em comparação com os países em desenvolvimento.

O tumor no câncer de próstata é considerado um dos idosos, uma vez que cerca de três quartos dos casos ocorrem a partir dos 65 anos. Segundo Osni Silvestri, urologista e gerente médico do Hospital VITA Curitiba, o aumento observado nas taxas de incidência no Brasil pode Ser parcialmente explicada pelas mudanças nos métodos diagnósticos (exames), pela melhoria da qualidade dos sistemas de informação no país e pelo aumento da expectativa de vida.

Dr. Osni adverte que alguns desses tumores podem crescer rapidamente, se espalhando para outros órgãos e pode levar à morte. “A grande maioria, no entanto, cresce tão lentamente (leva cerca de 15 anos para chegar a 1 cm³), que não mostra sinais e sintomas durante a vida e até ameaça a saúde humana”, diz ele.

Números para 2016 – De acordo com o INCA, estima-se que o Brasil feche o ano com um número superior a 60 mil novos casos de câncer de próstata diagnosticados. A instituição adverte de alguns fatores de risco sobre este câncer, porque a incidência de casos ea taxa de mortalidade de aumento quando o paciente tem mais de 50 anos. Como outros cânceres, o câncer de próstata tem um profundo relacionamento com a genética familiar. Homens com um pai ou irmão que teve a doença são três vezes mais probabilidades de desenvolver o tumor. Hábitos alimentares e estilo de vida da pessoa também são fatores importantes a serem observados.

O urologista José Antonio Caldera, do Hospital VITA Batel, explica que, além do câncer de próstata, os homens também são afetados por muitas vezes uma outra doença chamada hiperplasia benigna da próstata (HBP). Quando a HBP está associada a sintomas do trato urinário inferior – LUTS (frequência urinária, hesitação, intermitência e micção incompleta, fluxo urinário fraco, urgência e noctúria), o HBP-LUTS torna-se um diagnóstico clínico altamente prevalente.

Frequentemente diagnosticada, BPH LUTS é uma condição crônica e progressiva que aumenta a incapacidade, diminui a qualidade de vida e interfere com a função sexual e outros aspectos da vida do paciente. “Além disso, os pacientes com BPH-LUTS muitas vezes têm co-ocorrendo condições, incluindo a disfunção eréctil (DE), em particular, bem como a síndrome metabólica, cardiovascular e outras doenças que podem desafiar a gestão desta população de pessoas” relatórios.

Uma avaliação multidimensional é crítica para o reconhecimento da condição e é principalmente baseada em uma avaliação do paciente que inclui uma história focalizada, exame físico e testes laboratoriais de rotina. Às vezes, o encaminhamento para um especialista é garantido, embora muitos pacientes possam ser adequadamente gerenciados no contexto da atenção primária. Quanto ao tratamento de pacientes com HBP e caldeira DE, explica-se que a informação sobre a gravidade dos sintomas é essencial para a terapia eo prognóstico do paciente.

Ao longo dos anos o cenário mudou, mas mesmo com acesso à informação, os homens ainda têm alguma resistência para consultar um especialista. O costume de procurar atendimento médico somente se por algum sintoma pode levar muitas vezes a um diagnóstico tardio, dificultando o tratamento. “Se identificado numa fase inicial (quando não tem sintomas claros), o tratamento do câncer de próstata é mais simples e uma alta probabilidade de cura”, alerta Caldeira.

Próstata – glândula do tamanho de uma noz, que só o homem possui e que está localizado logo abaixo da bexiga e na frente do reto. A próstata envolve a porção inicial da uretra do tubo através do qual a urina armazenada na bexiga é removida. A próstata produz parte do sêmen, o fluido espesso contendo esperma, libertado durante o sexo. Tem grande importância na fertilização.

Medicamentos indicados para o tratamento da próstata incluem o combodart.

Exame da próstata: É recomendável começar com 45 anos e ter um histórico de câncer de próstata na família que começa aos 40 anos.

Câncer de próstata: Na fase inicial não apresenta sintomas. Quando começa a mostrar sintomas, já está em um estágio avançado. Daí a necessidade do rastreio. Em estágios avançados pode ter dificuldade para urinar e ter sangramento na urina.

Diagnóstico de próstata: Quando há uma alteração no tecido da próstata (identificado pelo tacto) e alterações no teste de sangue (PSA) indicou uma biópsia (Biopsia da próstata por agulhas especiais), para exame microscópico por um patologista.

Tratamento de próstata: Se o câncer está em estágio inicial, são dadas três tipos de tratamento: cirurgia, radioterapia e braquiterapia (agulhamento da próstata por sementes radioativas).

Novembro Azul: Inspirado pela campanha de Outubro Rosa, que promove a importância da prevenção do câncer de mama, de novembro foi escolhido como o mês de homens prevenir o câncer de próstata.

Cuidar da saúde deve ser uma cultura dos cidadãos

Fale sobre a saúde, às vezes pode ser difícil.

Sensibilizar sobre um método de prevenção ou falar sobre a doença com aqueles que vivem e viver com ela é uma situação delicada. No entanto, para algumas pessoas, esta é uma oportunidade para fazer um trabalho diferente e integrar a alegria de cultura, em suas diversas formas, com as questões importantes. Arte tornou-se um aliado em diferentes partes do país e atingir um público diversificado.

Positiva em Tin é uma dessas iniciativas. O projeto, que começou em 2006, mas ganhou impulso em 2015, utiliza a fotografia como forma de envolver as pessoas que vivem e que vivem com HIV / AIDS. O nome diz, positivo, sorologia positiva para HIV e os benefícios positivos em que faz a foto e estanho, mão usado para fotos.
Elizabeth Boge Carvalho, Brasil (DF), um dos idealizadores projetos. Desde o início do projeto, mais de 180 pessoas participaram de oficinas no Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte. “Trabalhar com a fotografia ajuda a melhorar a auto-estima dos jovens atuando como anfitrião, e ainda é o desenvolvimento profissional”, diz ele.

Raphael Queiroz mora no Rio de Janeiro (RJ), e participou de uma oficina de foto do ano passado. Ele afirma que, desde que começou no ativismo HIV / AIDS nunca se deparar com um projeto que usou a cultura como uma metodologia para falar sobre a doença. Além disso, as discussões sobre o HIV foi espontânea e aconteceu durante as filmagens do workshop.

Agora Rafael passatempo, fotografia, tem mais espaço em sua vida. “Eu tenho fotografado antes, mas depois que eu aprendi a arte da foto eu comprei uma câmera. Eu também gerencio projeto pelo Instagram. Os jovens sempre compartilham fotos por WhatsApp e chamados a difundir”, explica ele.

Mas, se não o direito de fotografar ou preferem outros tipos de arte pode ser inspirado pela tabela Paula. A professora e atriz em Belo Horizonte (MG), a fim de evitar que o Aedes aegypti por meio de paródias teatrais e musicais com crianças Belo Horizonte, Contagem e Betim, desde fevereiro deste ano.

Inicialmente, a idéia foi apresentar na feira na escola onde leciona. No entanto, a iniciativa tem crescido. Há 10 crianças envolvidas no projeto chamado “Mc Musquizito e Pequititas”. Paula desempenha um mosquito, e as crianças confiadas para terminar. As apresentações são projetados para atrair mais pessoas para aumentar a conscientização sobre a prevenção.

“As crianças estão envolvidas no projeto estão adorando. O dever acabar ficando mosquito medo e, assim, entrou para a luta. E isso é o mesmo objetivo, eles não gostam de um mosquito”, diz Paula. As músicas utilizadas no funk paródia apresentação chamar a atenção, mas para as crianças é mais fácil de lembrar.

muskizito

Já a irmã Anne Karolynne Campina Grande (PB) é cordelista antes de entrar em uma faculdade de enfermagem. No entanto, depois de começar, é claro, ele decidiu mudar de assunto para outras pessoas que estão relacionadas com a saúde. “Eu lidar com questões tais como o vírus Zika, a violência contra as mulheres, a história da enfermagem, cuidados para as pessoas que usam drogas, entre outros”, diz ele.

Hoje, além de escrever as cordas, Anne também ensina III (Centro de Atenção Psicossocial), que coordena os poemas escrito sobre vários pacientes sujeitos Caps AD, e é publicado nas redes sociais. “Eu publicar este trabalho no youtube fanpage / blog Cordelando389 e através de redes sociais como Facebook e WhatsApp. Compartilhar vídeos e imagens de músicas com temas relacionados com a saúde, a fim de alcançar o maior número de pessoas”, explica ele.