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Cuidar da saúde deve ser uma cultura dos cidadãos

Fale sobre a saúde, às vezes pode ser difícil.

Sensibilizar sobre um método de prevenção ou falar sobre a doença com aqueles que vivem e viver com ela é uma situação delicada. No entanto, para algumas pessoas, esta é uma oportunidade para fazer um trabalho diferente e integrar a alegria de cultura, em suas diversas formas, com as questões importantes. Arte tornou-se um aliado em diferentes partes do país e atingir um público diversificado.

Positiva em Tin é uma dessas iniciativas. O projeto, que começou em 2006, mas ganhou impulso em 2015, utiliza a fotografia como forma de envolver as pessoas que vivem e que vivem com HIV / AIDS. O nome diz, positivo, sorologia positiva para HIV e os benefícios positivos em que faz a foto e estanho, mão usado para fotos.
Elizabeth Boge Carvalho, Brasil (DF), um dos idealizadores projetos. Desde o início do projeto, mais de 180 pessoas participaram de oficinas no Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte. “Trabalhar com a fotografia ajuda a melhorar a auto-estima dos jovens atuando como anfitrião, e ainda é o desenvolvimento profissional”, diz ele.

Raphael Queiroz mora no Rio de Janeiro (RJ), e participou de uma oficina de foto do ano passado. Ele afirma que, desde que começou no ativismo HIV / AIDS nunca se deparar com um projeto que usou a cultura como uma metodologia para falar sobre a doença. Além disso, as discussões sobre o HIV foi espontânea e aconteceu durante as filmagens do workshop.

Agora Rafael passatempo, fotografia, tem mais espaço em sua vida. “Eu tenho fotografado antes, mas depois que eu aprendi a arte da foto eu comprei uma câmera. Eu também gerencio projeto pelo Instagram. Os jovens sempre compartilham fotos por WhatsApp e chamados a difundir”, explica ele.

Mas, se não o direito de fotografar ou preferem outros tipos de arte pode ser inspirado pela tabela Paula. A professora e atriz em Belo Horizonte (MG), a fim de evitar que o Aedes aegypti por meio de paródias teatrais e musicais com crianças Belo Horizonte, Contagem e Betim, desde fevereiro deste ano.

Inicialmente, a idéia foi apresentar na feira na escola onde leciona. No entanto, a iniciativa tem crescido. Há 10 crianças envolvidas no projeto chamado “Mc Musquizito e Pequititas”. Paula desempenha um mosquito, e as crianças confiadas para terminar. As apresentações são projetados para atrair mais pessoas para aumentar a conscientização sobre a prevenção.

“As crianças estão envolvidas no projeto estão adorando. O dever acabar ficando mosquito medo e, assim, entrou para a luta. E isso é o mesmo objetivo, eles não gostam de um mosquito”, diz Paula. As músicas utilizadas no funk paródia apresentação chamar a atenção, mas para as crianças é mais fácil de lembrar.

muskizito

Já a irmã Anne Karolynne Campina Grande (PB) é cordelista antes de entrar em uma faculdade de enfermagem. No entanto, depois de começar, é claro, ele decidiu mudar de assunto para outras pessoas que estão relacionadas com a saúde. “Eu lidar com questões tais como o vírus Zika, a violência contra as mulheres, a história da enfermagem, cuidados para as pessoas que usam drogas, entre outros”, diz ele.

Hoje, além de escrever as cordas, Anne também ensina III (Centro de Atenção Psicossocial), que coordena os poemas escrito sobre vários pacientes sujeitos Caps AD, e é publicado nas redes sociais. “Eu publicar este trabalho no youtube fanpage / blog Cordelando389 e através de redes sociais como Facebook e WhatsApp. Compartilhar vídeos e imagens de músicas com temas relacionados com a saúde, a fim de alcançar o maior número de pessoas”, explica ele.

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